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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Jackson e Lennon no mundo dos quadrinhos

As vidas privadas escancaradas para o público e as mortes trágicas, ocorridas com 29 anos de diferença, fizeram com que John Lennon (1940 – 1980) e Michael Jackson (1958 – 2009) fossem escolhidos como os primeiros personagens da coleção “Figuras do Rock em Quadrinhos”, que acaba de chegar às lojas do país.  Cada publicação tem 64 páginas e preço sugerido de R$ 34,90.  

Em “Um Tiro na Porta de Casa”, Pablo Maiztegui resgata as diversas facetas da carreira e da privacidade do ex-Beatle John Lennon.

Cada página traz uma história com começo, meio e fim. Juntas, elas contam os 40 anos de existência do rapaz de Liverpool que morreu após levar quatro tiros à queima-roupa em frente ao prédio onde morava, em Nova York. 

Para chegar a um resultado coerente, o autor espalhou as ilustrações pelo chão. “Usei este método para encontrar uma narrativa diferenciada. Há muitos Lennons sobre os quais falar”, explica Maiztegui.

Auxílio de documentários 

Conhecido por sua longa experiência como escritor de quadrinhos, Diego Agrimbau precisou assistir a muitos documentários sobre o rei do pop, como “Living with Michael Jackson”, até concluir “Um Thriller em Preto e Branco”.

E o resultado tem ares documentais, com detalhes sobre a relação com o pai tirano, o sucesso com os Jacksons 5, a carreira solo, as acusações de pedofilia e a morte causada pela overdose de analgésicos.

Médico de Michael Jackson é condenado a quatro anos de prisão



Durante a audiência desta terça, o advogado de Dr.Murray, Ed Chernoff, fez um pedido para que não fosse permitido que a mídia filmasse o anúncio da setença do médico. A promotoria não fez qualquer objeção sobre a imprensa dentro da corte de Los Angeles. O juiz também decidiu que não via problemas em a audiência ser televisionada.
Depois disso, a família de Michael Jackson fez um pronunciamento, por meio de seu advogado, Brian Panish. Eles afirmaram que não procuravam vingança pelo que o médico fez. "A Bíblia diz que homem não pode fazer justiça, apenas vê-la. É isso que queremos", afirmaram.
Após a leitura, o promotor Walgren fez um pequeno resumo sobre as ações de Dr. Murray meses antes da morte do cantor, no dia 25 de junho de 2009. Ele acusou o médico de não estar focado no resgate do cantor no dia de sua morte. "Ele falava com sua namorada pelo telefone", disse, antes de afirmar que o médico administrou o anestésico sem equipamentos necessários para reanimação.
A promotoria, então, solicitou ao juiz a aplicação da pena máxima - quatro anos em uma penitenciária estadual -, além da indenização aos herdeiros de Michael de mais de US$ 100 milhões devido ao cancelamento dos shows que ele faria em Londres pela turnê This is It, a última de sua carreira.
A defesa também se pronunciou afirmou que não iria discutir com a promotoria. "Isso foi uma tragédia e, certamente, é necessário uma punição. Ele não deveria ter feito isso", afirmou. Além disso, Ed Chernoff acusou Michael Jackson de ser um viciado em remédios e procurou alguém para medicá-lo.
O advogado também relembrou a infância pobre de Conrad Murray no Caribe e sua caminhada para chegar onde chegou. "Dr. Murray não é perigoso para a sociedade, eu garanto isso. Ele não precisa ser encarcerado", disse. Os advogados de Murray pediram ao juiz liberdade condicional e a prestação de serviços comunitários em troca da prisão.
Depois dos advogados de defesa e acusação, foi a vez do juiz fazer seu pronunciamento. Ele disse que é sempre muito difícil julgar os casos corretamente. "Há pessoas que pensam que Dr. Murray é um santo, outros que eles é um diabo. Ele não é nenhum dos dois, é um ser humano", disse Pastor.
"Michael Jackson morreu devido às ações e erros de Dr. Conrad Murray em exercer suas funções", afirmou o juiz. "As mentiras contínuas para seguranças, paramédicos, médicos e família não ajudou na saúde do paciente e serviu para cobrir e destruir evidências", disse. Ele também contou que ficou impressionado por ver que o médico não tinha nenhum arrependimento.
Pastor determinou que não achou nenhuma evidência de que o médico de Michael Jackson pudesse usufruir de liberdade condicional. Por isso, o condenou a quatro anos de prisão, que deverão ser cumpridos em uma penitenciária no condado de Los Angeles, já que o juiz não tem como mandá-lo para uma prisão estadual. Vale lembrar que Murray já pagou 46 dias de prisão, no tempo em que ficou sob custódia.
O juiz decidiu que ele voltarão a discutir sobre a indenização à família Jackson no dia 23 de janeiro de 2012.

Filha de Michael Jackson diz que seu pai a incentivou a atuar


 Michael Jackson disse à filha Paris: "se eu morrer amanhã, lembre-se sempre do que eu disse a você", relatou a menina de 13 anos nesta quarta-feira ao citar a forma como a estrela do pop a motivava a seguir seu talento para a interpretação.
Na primeira entrevista pessoal que dá à imprensa, Paris Jackson, que está trabalhando na estreia cinematográfica, disse que queria atuar desde pequena e revelou que a princípio pensava que era "estúpido" que seu pai a obrigasse a usar máscaras em público.
"Meu pai estava no filme 'Moonwalker' (1988) e eu sabia que ele cantava muito bem, mas não sabia que podia atuar, eu o vi e disse: nossa, quero ser como ele", contou Paris Jackson à humorista Ellen DeGeneres, em trechos divulgados antes de o programa ir ao ar.
"Fazíamos improvisações, ele nos apresentava algumas situações e dizia: 'nessa cena, você tem que chorar', e eu chorava imediatamente", contou a filha do rei do pop, morto em 25 de junho de 2009 em Los Angeles.
Paris, vestida de preto e com um chapéu da mesma cor que evocava o estilo de seu pai, lembrou que ela e seus irmãos Prince Michael (14 anos) e Blanket (9) tinham que usar máscaras quando eram menores, para proteger sua identidade.
"Eu dizia: 'isso é estúpido, por que tenho que usar uma máscara?'", disse, mas completou: "quando cresci, me dei conta de que ele só queria nos proteger".
"Ele me disse: 'se eu morrer amanhã, lembre-se sempre do que eu disse'. E eu segui seu conselho e lembrei de tudo", completou.
Paris, que tinha 11 anos quando o pai morreu por overdose de remédios, protagonizará "Lundon?s Bridge and the Three Keys", um filme que mistura personagens reais e animados, baseado em um livro para adolescentes com o mesmo título.
O público ainda lembra de quando as câmeras filmaram pela primeira vez o rosto de Paris e de seus irmãos, no funeral de Michael Jackson. A menina tomou o microfone e, com as palavras embargadas pelo choro, disse: "foi o melhor pai que vocês podem imaginar".

Advogado e produtor processam herdeiros de Michael Jackson


O advogado John Branca tem acompanhado a família e dado aconselhamento profissional aos herdeiros, enquanto o produtor John McClain é responsável pelo estúdio que em tempos foi fundado por Marvin Gaye e que agora a família Jackson tem usado para trabalhar.

Num primeiro acordo, datado de Fevereiro de 2010, os dois homens concordaram receber uma parte dos lucros gerados pela empresa, mas ficaram excluídos daqueles que se relacionam com os direitos de autor que o cantor detém no catálogo da Sony (nomeadamente sobre músicas dos Beatles, Elvis Presley ou Bob Dylan), assim como com as vendas da música do próprio Jackson – que desde morreu voltou a vender muito.

A partir de agora, os dois homens vão ganhar uma parte dos lucros de tudo o que disser respeito a Michael Jackson – incluindo do show que o Cirque du Soleil prepara em jeito de homenagem ao cantor e bailarino.

Cabelo de Michael Jackson vai virar bolinha

Um tufo do cabelo de Michael Jackson será transformado em uma bolinha de roleta. O site de apostas "Online Gambling Pal" anunciou que venceu o leilão das mechas do Rei do Pop e as levou para casa pela bagaleta de US$ 10,8 mil.

A ideia, segundo o porta-voz do site, é imortalizar o cantor, que foi um artista verdadeiro e sem igual. "Michael Jackson dedicou sua vida ao entretenimento de milhões. Transformar uma parte dele em uma bolinha especial, que irá atrair milhares para as mesas de roleta, parece algo bastante plausível", disse Jack Mason, porta-voz do site.

Ainda segundo Mason, a bolinha será feita de acordo com os mais altos padrões profissionais e qualquer cassino poderá entrar em contato com o site para usar a bolinha em suas roletas.

«Immortal», Michael Jackson

Abre-se a porta da produção do Cirque du Soleil para a vida e obra de Michael Jackson mas o primeiro indicador - a banda sonora - não desperta grande apetite.
Podem fazer-se mil variações das canções de Michael Jackson que o título desta banda sonora para o espectáculo do Cirque du Soleil será sempre uma redundância; ele é, com muita probabilidade, o artista mais transversal de todos os que algum dia ousaram criar.
Apesar de morto, a sua obra nunca estará concluída porque haverá sempre que sem dedique a relê-la ou recontextualizá-la. «Immortal» encaixa na segunda gaveta, servindo de documento auditivo a uma produção estreada este ano.
Por enquanto, a recriação da sua vida em palco esteve apenas acessível a público norte-americano e canadiano mas há-de chegar a vez da Europa e quando isso acontecer, já saberemos em que consistem estas «reimaginações».
E, por aí, muitas reservas. O abuso de cordas mais dignas de arranjos easy listening é pouco exigente. Esperava-se algo mais aproximado de uma mixtape mas «Immortal» é feito sobretudo a pensar em Las Vegas.
Excepções como «Dancing Machine» apontam um caminho que acaba esmagado por medleys e interlúdios. Há um guião para cumprir, sem dúvida, mas o apetite diminui após este amuse bouche sensaborão.

‘Mini’ Michael Jackson será anunciado hoje


Mariana tem nove anos e foi uma das crianças que ontem não quiseram perder a oportunidade de mostrar o seu valor. Num estúdio da RFM, em Gaia, a menina, que veio acompanhada pelos pais e que preparou atempadamente o vestuário para a ocasião, dançou durante cerca de quatro minutos a música ‘Bad’.
"Gosto muito do Michael Jackson. Danço sempre no meu quarto para os meus pais. Não sei se vou conseguir enfrentar o público, mas quero muito", disse a menina ao júri.
O nome do vencedor será apenas revelado hoje mas um dos jurados, Paulo Fragoso, da RFM, explicou que "há três possíveis candidatos à vitória: dois do Norte e um de Lisboa". "O espectáculo é um tributo a Michael. Serve para mostrar a sua filosofia de vida e que ele não é apenas a música. Procuramos uma criança com energia, espontaneidade e à vontade em palco", referiu ao CM Carlos Lopez, produtor do espectáculo.